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Encravada na região Centro-Oeste do Estado, a chapada Diamantina fica bem no coração da Bahia. A Região tem esse nome devido a abundância e maciça exploração do diamante em suas terras no século XIX.

Considerada uma das mais belas regiões de montanha do mundo, a Chapada é um verdadeiro oásis em pleno sertão baiano. Com uma área de aproximadamente 38.000 Km2, é maior do que a Holanda, a Bélgica ou a Albânia. Situada num extenso planalto, com altitude média de 1.000m acima do nível do mar, esta região surpreende os visitantes com o seu clima frio e águas abundantes, que formam incontáveis cachoeiras de rara beleza e poços subterrâneos de águas tão azuis e cristalinas que atraem visitantes de todo o planeta.

A beleza das águas é complementada por uma vegetação exuberante que mistura espécies cactáceas da caatinga com raros exemplares da flora serrana, especialmente bromélias, orquídeas e sempre-vivas.

 
 

A fauna é abundante, concentrando várias espécies de animais silvestres, entre eles onças, macacos, raposas, etc. Na região encontra-se, também, os três pontos mais altos de todo o nordeste: O Pico dos Barbados com 2.080m; o Pico do Itobira com 1.970m e o Pico das Almas com 1.958m, além das maiores cavernas do País e a maior queda d'água do Brasil, a Cachoeira da Fumaça, com seus 420 metros de queda livre.

Para proteger esse ecossistema magnífico e único no mundo, foi criado o Parque Nacional da Chapada Diamantina. O parque abriga também as cidades históricas de Andaraí, Mucugê, Palmeiras e Lençóis, que viveram dois importantes ciclos de desenvolvimento econômico: o ciclo do ouro no século XVIII e o ciclo do diamante no século seguinte. Tombadas pelo governo Federal como Monumentos Históricos Nacionais, pelo seu conjunto arquitetônico, Mucugê e Lençóis são as mais importantes cidades da região. Lençóis é a porta de entrada da Chapada para a leva de turistas que todo ano visitam a região.

 
         
         

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